Minha mãe, aos 50 anos, era uma bela mulher. Alta, elegante, meiga, carinhosa. Uma verdadeira dama. Mas completamente submissa aos desejos e vontades de meu pai. Era assim que eu a conhecia. Até encontrar o fundo falso de sua gaveta. Foi um fortuito acaso que nos tornou confidentes e cúmplices.
Dias depois daquela longa conversa que tivemos, ela apresentou-me ao Puto. Um homem bonito, de olhar instigante e aquele jeito de carioca – largadão e sedutor. Foi um encontro casual, mas parece que minha mãe viu em seu antigo amante um atalho para a minha ainda recente caminhada no sexo. Ela ainda sabia muito pouco sobre a minha sexualidade e sobre os caminhos que eu já trilhara.
Após uma breve e inusitada conversa, deixou-me entregue à experiência e malícia do Sr P. E foi com este belo macho que cheguei a um apartamento que gritava por mãos femininas.
Gentil e fino, ele me ofereceu vinho. Sentamo-nos. Um frente ao outro. Enquanto eu saboreava o vinho, sem me esquecer de passar a língua devagar pela taça, olhava-o. E pensava. Um frisson foi tomando meu corpo. E o desejo apagando a expressão de inocência que ele vira antes.
Pedi-lhe tudo que usava em suas sessões de sexo. Trouxe-me cordas, algemas, consolos e algumas peças de roupas. Mais alguns objetos que ignorei. Mandei que se despisse e prendi-lhe as mãos com as algemas. Com mãos ágeis tracei desenhos com a corda em seu corpo. Ele não se abalou. Olhou-me divertido como a esperar pelas minhas pobres tentativas de submetê-lo. Neste momento, decidi: eu o teria aos meus pés. Testei-o com insultos. Ele continuou impassível. Comecei então a minha sessão de maldades.
Com a outra corda, amarrei seu saco, separando bem as bolinhas. Dei algumas voltas com a corda em seu pau ( como era avantajado o pau do Puto!) e puxei com toda força. Sorri ao ouvir seu gemido surpreso. Passei a ponta da corda por entre suas pernas e amarrei-a em sua cintura, por trás. Vi em seus olhos os primeiros brilhos de tesão.
Completamente imobilizado, mandei que entreabrisse os lábios. Sem aviso, mordi-lhe o lábio inferior, suguei, mordi novamente, até sentir seu pau pulsando sobre minhas calças. Era o sinal que eu esperava.
Devagar me afastei dele. Com gestos lentos e sem tirar os olhos dos seus, tirei a minha roupa. Os bicos dos meus seios estavam duros e por entre as pernas eu já sentia a umidade da expectativa. Ele me chamou de puta gostosa. Bati-lhe na bunda com toda a força do meu tesão. Mandei-o calar-se e comecei a explorar seu corpo. Peito peludo. Minhas unhas fizeram um caminho avermelhado por entre os pêlos. Minha boca foi atraída pelos seus mamilos também duros. Mordi-os, com vontade. Primeiro um, depois outro. Ele gritou e agarrou meus cabelos com a boca. Soltei-me e bati-lhe novamente. Desta vez com menos força, mas em seu pau. Impávido o cacete continuou meolhando, duro e desafiante. Rasguei sua camisa e improvisei uma mordaça – não queria correr o risco de ser mordida por aquele leão ainda indomado. E voltei a tratar de seus mamilos. Desta vez, com dentes, lábios e mãos. Dos olhos dele vinham todos os palavrões que a mordaça escondia. Mas quanto mais eu o mordia, mais excitado ele ficava. Resolvi então beijar-lhe. Carinhosamente. Deixei minha língua passar por seus lábios separados pela mordaça, bem devagar, enquanto esfregava lentamente meu corpo no seu. Quando percebi que ele fechava os olhos, puxei a corda que amarrava seu saco. Ele deu um grito surdo e seu corpo retesou-se como corda de violino. Ao mesmo tempo, seu pau começou a lubrificar-se. Afastei-me e gargalhei.
Mandei que se sentasse no chão. Olhou-me e por um momento achei que não obedeceria. Mas sentou-se. Abri minhas pernas sobre seu rosto e agarrei seus cabelos. Depois de esfregar seu rosto entre minhas coxas, tirei-lhe a mordaça. Esfreguei minha boceta em sua boca e mandei que a chupasse. Devagar e com carinho. A língua dele foi passeando em minha carne, sua boca chupando meu grelinho, num excitante movimento de vai-e-vem. Ele sabia como agradar uma mulher, o cretino! Gozei e lambuzei seu rosto com meu gozo. Empurrei-o para o chão e com o salto da sandália imobilizei-o. Olhei seu corpo bonito estendido no assoalho brilhante. Uma vontade de morder fez com que eu cerrasse os dentes. Seu pau continuava impávido colosso. A cabeça vermelha brilhava. Mandei que ele se virasse, tirasse minhas sandálias e adorasse meus pés. Primeiro, lamber cada dedo. Depois, chupar, devagar e com carinho. Sentei-me sobre a lateral de seu corpo. Com uma mão eu agarrava os cabelos dele. Com a outra, explorava sua bunda. Senti-o retrair-se quando passei minha unha pelo seu cu. Puxei mais os cabelos e continuei a exploração. Aos poucos, meu dedo indicativo encontrou o caminho. Enfiei de uma vez. A unha vermelha abriu caminho na virgindade dele. Sua boca chupou loucamente meu dedão e um jato de porra molhou minhas pernas. Afundei mais o dedo até que ele tivesse jorrado tudo. E antes que ele relaxasse, mandei que lambesse a porra espalhada pelas minhas pernas.
Dias depois daquela longa conversa que tivemos, ela apresentou-me ao Puto. Um homem bonito, de olhar instigante e aquele jeito de carioca – largadão e sedutor. Foi um encontro casual, mas parece que minha mãe viu em seu antigo amante um atalho para a minha ainda recente caminhada no sexo. Ela ainda sabia muito pouco sobre a minha sexualidade e sobre os caminhos que eu já trilhara.
Após uma breve e inusitada conversa, deixou-me entregue à experiência e malícia do Sr P. E foi com este belo macho que cheguei a um apartamento que gritava por mãos femininas.
Gentil e fino, ele me ofereceu vinho. Sentamo-nos. Um frente ao outro. Enquanto eu saboreava o vinho, sem me esquecer de passar a língua devagar pela taça, olhava-o. E pensava. Um frisson foi tomando meu corpo. E o desejo apagando a expressão de inocência que ele vira antes.
Pedi-lhe tudo que usava em suas sessões de sexo. Trouxe-me cordas, algemas, consolos e algumas peças de roupas. Mais alguns objetos que ignorei. Mandei que se despisse e prendi-lhe as mãos com as algemas. Com mãos ágeis tracei desenhos com a corda em seu corpo. Ele não se abalou. Olhou-me divertido como a esperar pelas minhas pobres tentativas de submetê-lo. Neste momento, decidi: eu o teria aos meus pés. Testei-o com insultos. Ele continuou impassível. Comecei então a minha sessão de maldades.
Com a outra corda, amarrei seu saco, separando bem as bolinhas. Dei algumas voltas com a corda em seu pau ( como era avantajado o pau do Puto!) e puxei com toda força. Sorri ao ouvir seu gemido surpreso. Passei a ponta da corda por entre suas pernas e amarrei-a em sua cintura, por trás. Vi em seus olhos os primeiros brilhos de tesão.
Completamente imobilizado, mandei que entreabrisse os lábios. Sem aviso, mordi-lhe o lábio inferior, suguei, mordi novamente, até sentir seu pau pulsando sobre minhas calças. Era o sinal que eu esperava.
Devagar me afastei dele. Com gestos lentos e sem tirar os olhos dos seus, tirei a minha roupa. Os bicos dos meus seios estavam duros e por entre as pernas eu já sentia a umidade da expectativa. Ele me chamou de puta gostosa. Bati-lhe na bunda com toda a força do meu tesão. Mandei-o calar-se e comecei a explorar seu corpo. Peito peludo. Minhas unhas fizeram um caminho avermelhado por entre os pêlos. Minha boca foi atraída pelos seus mamilos também duros. Mordi-os, com vontade. Primeiro um, depois outro. Ele gritou e agarrou meus cabelos com a boca. Soltei-me e bati-lhe novamente. Desta vez com menos força, mas em seu pau. Impávido o cacete continuou meolhando, duro e desafiante. Rasguei sua camisa e improvisei uma mordaça – não queria correr o risco de ser mordida por aquele leão ainda indomado. E voltei a tratar de seus mamilos. Desta vez, com dentes, lábios e mãos. Dos olhos dele vinham todos os palavrões que a mordaça escondia. Mas quanto mais eu o mordia, mais excitado ele ficava. Resolvi então beijar-lhe. Carinhosamente. Deixei minha língua passar por seus lábios separados pela mordaça, bem devagar, enquanto esfregava lentamente meu corpo no seu. Quando percebi que ele fechava os olhos, puxei a corda que amarrava seu saco. Ele deu um grito surdo e seu corpo retesou-se como corda de violino. Ao mesmo tempo, seu pau começou a lubrificar-se. Afastei-me e gargalhei.
Mandei que se sentasse no chão. Olhou-me e por um momento achei que não obedeceria. Mas sentou-se. Abri minhas pernas sobre seu rosto e agarrei seus cabelos. Depois de esfregar seu rosto entre minhas coxas, tirei-lhe a mordaça. Esfreguei minha boceta em sua boca e mandei que a chupasse. Devagar e com carinho. A língua dele foi passeando em minha carne, sua boca chupando meu grelinho, num excitante movimento de vai-e-vem. Ele sabia como agradar uma mulher, o cretino! Gozei e lambuzei seu rosto com meu gozo. Empurrei-o para o chão e com o salto da sandália imobilizei-o. Olhei seu corpo bonito estendido no assoalho brilhante. Uma vontade de morder fez com que eu cerrasse os dentes. Seu pau continuava impávido colosso. A cabeça vermelha brilhava. Mandei que ele se virasse, tirasse minhas sandálias e adorasse meus pés. Primeiro, lamber cada dedo. Depois, chupar, devagar e com carinho. Sentei-me sobre a lateral de seu corpo. Com uma mão eu agarrava os cabelos dele. Com a outra, explorava sua bunda. Senti-o retrair-se quando passei minha unha pelo seu cu. Puxei mais os cabelos e continuei a exploração. Aos poucos, meu dedo indicativo encontrou o caminho. Enfiei de uma vez. A unha vermelha abriu caminho na virgindade dele. Sua boca chupou loucamente meu dedão e um jato de porra molhou minhas pernas. Afundei mais o dedo até que ele tivesse jorrado tudo. E antes que ele relaxasse, mandei que lambesse a porra espalhada pelas minhas pernas.
ton soleil, ta braised'accord d'accord
