25 de dezembro de um ano qualquer

- fala gostosa!
Foi exatamente assim que ele atendeu ao celular. Com uma intimidade de quem já me conhecia há anos ou de quem me sentia completamente entregue à sua sedução. Bonito ele era. E gostoso também. Mas consciente demais de seu poder sobre as mulheres. Não precisei ser inteligente demais nem indiscreta demais para descobrir que aquele menino de 30 e poucos anos já era um bem sucedido executivo e ainda mais bem sucedido amante de mulheres casadas. Mas eu não era qualquer mulher casada. Isso ele ainda descobriria.
Encontro marcado, lá fui eu iniciar o ritual de preparação. Lingerie branca fica espetacular na minha pele morena. Cinta-liga também branca. E aquelas meias 7/8 novissimas, compradas exatamente para a ocasião. Sobre tudo isso, o meu uniforme de executiva bem-sucedida e os sapatos de saltos finíssimos e altíssimos. Olhei-me ao espelho. Pronta para o combate. Porque eu não tinha dúvidas, quebrar a resistência daquele menino não seria fácil. Exigiria de mim sedução e inteligência.
Subi as escadas da suíte à frente dele. Obviamente, valorizando o que tinha de melhor: a redundância da bunda! Lá pelo meio da subida, senti o tapa. Carinhoso, como um elogio à minha plástica. Insultuoso para quem queria ser dona da situação. Agüentei firme, exagerando no rebolado.
Ao ver a cama, imediatamente imeginei-o ali, de quatro. Calma, era cedo demais para meus arroubos dominadores. Virei-me e o beijei. Primeiro, a língua passeou pela boca de forma invasiva e exploradora. Senti que ele se surpreendeu. Antecipei-me ao ato de invasão do macho. De forma carinhosa, suguei sua língua, mordiscando-a levemente. Depois os lábios. Macios e bem feitos prenderam minha boca e minha atenção. Tratei-os como mereciam. Lambidas, chupadas e mordiscadas. Aos poucos fui aumentando a pressão dos dentes sobre eles até sentir que ficavam quentes e a respiração mais acelerada. As mãos dele respondiam ao incentivo apertando convulsivamente minha bunda. Seu membro fazendo pressão em minhas coxas. Languidamente fui passando a língua pelo seu rosto até chegar ao ouvido. Caramba, a minha saia já estava quase na cintura e eu estava apenas nas preliminares da dominação. Era preciso parar aquelas mãos antes que eu perdesse por completo o controle da situação.
Às vezes a timidez me pega em horas especialmente impróprias. Eu ali, cheia de más intenções, saia quase na cintura, mãos no esforço de fundir os corpos, e aquela fluidez conhecida querendo me paralisar. Briguei feio com ela, coloquei determinação na boca e recomecei a exploração. Desta vez, sem piedade. Lábios, língua e dentes abriram caminho no que restava nele de controle da situação.
Afastei-o do meu corpo. Com unhas resvalando pelos pêlos do peito, abri sua camisa. Com as mãos, empurrei-o sobre a cama. Sem palavras. Apenas meu olhar mantendo-o em expectativa. Iniciei o ritual de desnudar-me. Na tentativa de não parecer sensual, acabei exagerando na dureza dos gestos. Surpreendentemente, seus olhos brilharam. Ele não sabe, mas me quer fálica – pensei. Não, ainda não era hora de dar-lhe o que seus olhos pediam. Roupas aos meus pés, surgi puta. Uma mulher sabe ser muitas e sabe ter exatamente o que quer.
Num arroubo de insurgência, ele levantou-se. Em gestos desiguais, desnudou-se. Como um tigre, seus músculos pularam à minha frente. Os músculos vaginais enlouqueceram, uma umidade quente invadiu meus pêlos e a fome nos olhos dele fez-se minha. Segurei-me, quase dolorosamente. Empurrei-o novamente. Desta vez, aos meus pés. O salto da sandália sobre uma de suas coxas fê-lo segurar-se. Palavras não eram necessárias. Minhas intenções estavam em meus gestos. Coloquei sua cabeça na altura da minha virilha. Era o sinal de que as meias deveriam ser tiradas.
A boca dele passeou pelo pequeno pedaço de pele exposta, respirando meu gosto, vivendo o meu cheiro. As mãos, famintas, brigaram com as resistentes e insossas ligas. E o membro começou uma louca e solitária dança, como a preparar-se para uma batalha sem vitória.
Pele e pêlos expostos, eu o fiz cultuar o meu corpo. Apenas boca, explorando cumes e depressões, guiada pelas minhas mãos firmes em seus cabelos. De repente, puxei com força e joguei sua cabeça sobre a cama. Com movimentos felinos, sentei-me sobre ela. Seu corpo virou um retesado e sensível arco de violino e um gemido surdo saiu por entre minhas pernas. Era a senha para o meu primeiro gozo.
Depois de inundar-lhe o rosto, eu o fiz lamber cada milimetro do meu sexo. Outra vez minhas mãos puxaram-lhe os cabelos com força. Quanto mais dor lhe causava, mais excitado ele ficava. Seu membro pulsava frenético, sua boca ficava cada vez mais faminta das minhas carnes. Mas eu ainda não o queria vertendo seu gozo. Havia muito ainda para ensinar-lhe. Empurrei-o. Seus olhos semifecharam numa raiva súbita. Assim que eu o queria. Macho. E extertorando seus desejos até o limite da sensatez.
Levantou-se. Todo homem à minha frente. Gotículas de suor brilhando nos múculos, boca numa linha fina, olhos soltando raios verdes de tesão e raiva. Agarrou-me pelos braços. Antes que pudesse fazer outro movimento, meus dentes fecharam-se sobre seu mamilo direito. O cheiro da pele úmida entrou em mim e reacendeu meu desejo. Apertei com força, toda a força dos meus maxilares. Ouvi seu berro e senti o retesar de seu corpo. Ainda com os dentes na carne, passei a língua pela ponta dura do mamilo. Devagar, em movimentos circulares. Ele me abraçou, rendido. E caimos na cama.
Entregue a mim, abriu os braços de costas. À espera, como um tigre faminto. Deixei-o ali, apenas respirando por alguns momentos. Sem tocar-lhe o corpo, mandei que se virasse. Queria comê-lo. Devagar e profundamente. De quatro, ele ficou à minha espera.
Uma bunda respeitavel, aquela. Músculos fortes, coxas redondas e peludas. Minha boca salivou e meus dentes passaram de leve pro suas carnes. E se fecharam em seu saco escrotal. Com força. Tanto mais força quanto o grito crescia.
Ajoelhei-me por detrás dele e acariciei suas partes balançantes com a mão esquerda. E enterrei meu polegar em seu cu. Com força e subitamente. Ele tentou levantar-se. Enterrei mais fundo e mandei-o aquietar-se. Quando ele começou a sentir prazer com o entra e sai do meu dedo, peguei o vibrador. Grosso e grande como seu pau. Vibrante, quente e perfeitamente lubrificado. Enterrei-o de uma só vez. O homem gritou. Mas não se levantou. Em seguida, seu pau babava. Minha mão esquerda arranhava sua pele, vez ou outra batendo-se contra ela. E o homem urrava de dor e prazer. Até que seu gozo inundou a cama. E ele caiu sobre ela, desfeito em prazer.

A dama e o vagabundo

Minha mãe, aos 50 anos, era uma bela mulher. Alta, elegante, meiga, carinhosa. Uma verdadeira dama. Mas completamente submissa aos desejos e vontades de meu pai. Era assim que eu a conhecia. Até encontrar o fundo falso de sua gaveta. Foi um fortuito acaso que nos tornou confidentes e cúmplices.
Dias depois daquela longa conversa que tivemos, ela apresentou-me ao Puto. Um homem bonito, de olhar instigante e aquele jeito de carioca – largadão e sedutor. Foi um encontro casual, mas parece que minha mãe viu em seu antigo amante um atalho para a minha ainda recente caminhada no sexo. Ela ainda sabia muito pouco sobre a minha sexualidade e sobre os caminhos que eu já trilhara.
Após uma breve e inusitada conversa, deixou-me entregue à experiência e malícia do Sr P. E foi com este belo macho que cheguei a um apartamento que gritava por mãos femininas.
Gentil e fino, ele me ofereceu vinho. Sentamo-nos. Um frente ao outro. Enquanto eu saboreava o vinho, sem me esquecer de passar a língua devagar pela taça, olhava-o. E pensava. Um frisson foi tomando meu corpo. E o desejo apagando a expressão de inocência que ele vira antes.
Pedi-lhe tudo que usava em suas sessões de sexo. Trouxe-me cordas, algemas, consolos e algumas peças de roupas. Mais alguns objetos que ignorei. Mandei que se despisse e prendi-lhe as mãos com as algemas. Com mãos ágeis tracei desenhos com a corda em seu corpo. Ele não se abalou. Olhou-me divertido como a esperar pelas minhas pobres tentativas de submetê-lo. Neste momento, decidi: eu o teria aos meus pés. Testei-o com insultos. Ele continuou impassível. Comecei então a minha sessão de maldades.
Com a outra corda, amarrei seu saco, separando bem as bolinhas. Dei algumas voltas com a corda em seu pau ( como era avantajado o pau do Puto!) e puxei com toda força. Sorri ao ouvir seu gemido surpreso. Passei a ponta da corda por entre suas pernas e amarrei-a em sua cintura, por trás. Vi em seus olhos os primeiros brilhos de tesão.
Completamente imobilizado, mandei que entreabrisse os lábios. Sem aviso, mordi-lhe o lábio inferior, suguei, mordi novamente, até sentir seu pau pulsando sobre minhas calças. Era o sinal que eu esperava.
Devagar me afastei dele. Com gestos lentos e sem tirar os olhos dos seus, tirei a minha roupa. Os bicos dos meus seios estavam duros e por entre as pernas eu já sentia a umidade da expectativa. Ele me chamou de puta gostosa. Bati-lhe na bunda com toda a força do meu tesão. Mandei-o calar-se e comecei a explorar seu corpo. Peito peludo. Minhas unhas fizeram um caminho avermelhado por entre os pêlos. Minha boca foi atraída pelos seus mamilos também duros. Mordi-os, com vontade. Primeiro um, depois outro. Ele gritou e agarrou meus cabelos com a boca. Soltei-me e bati-lhe novamente. Desta vez com menos força, mas em seu pau. Impávido o cacete continuou meolhando, duro e desafiante. Rasguei sua camisa e improvisei uma mordaça – não queria correr o risco de ser mordida por aquele leão ainda indomado. E voltei a tratar de seus mamilos. Desta vez, com dentes, lábios e mãos. Dos olhos dele vinham todos os palavrões que a mordaça escondia. Mas quanto mais eu o mordia, mais excitado ele ficava. Resolvi então beijar-lhe. Carinhosamente. Deixei minha língua passar por seus lábios separados pela mordaça, bem devagar, enquanto esfregava lentamente meu corpo no seu. Quando percebi que ele fechava os olhos, puxei a corda que amarrava seu saco. Ele deu um grito surdo e seu corpo retesou-se como corda de violino. Ao mesmo tempo, seu pau começou a lubrificar-se. Afastei-me e gargalhei.
Mandei que se sentasse no chão. Olhou-me e por um momento achei que não obedeceria. Mas sentou-se. Abri minhas pernas sobre seu rosto e agarrei seus cabelos. Depois de esfregar seu rosto entre minhas coxas, tirei-lhe a mordaça. Esfreguei minha boceta em sua boca e mandei que a chupasse. Devagar e com carinho. A língua dele foi passeando em minha carne, sua boca chupando meu grelinho, num excitante movimento de vai-e-vem. Ele sabia como agradar uma mulher, o cretino! Gozei e lambuzei seu rosto com meu gozo. Empurrei-o para o chão e com o salto da sandália imobilizei-o. Olhei seu corpo bonito estendido no assoalho brilhante. Uma vontade de morder fez com que eu cerrasse os dentes. Seu pau continuava impávido colosso. A cabeça vermelha brilhava. Mandei que ele se virasse, tirasse minhas sandálias e adorasse meus pés. Primeiro, lamber cada dedo. Depois, chupar, devagar e com carinho. Sentei-me sobre a lateral de seu corpo. Com uma mão eu agarrava os cabelos dele. Com a outra, explorava sua bunda. Senti-o retrair-se quando passei minha unha pelo seu cu. Puxei mais os cabelos e continuei a exploração. Aos poucos, meu dedo indicativo encontrou o caminho. Enfiei de uma vez. A unha vermelha abriu caminho na virgindade dele. Sua boca chupou loucamente meu dedão e um jato de porra molhou minhas pernas. Afundei mais o dedo até que ele tivesse jorrado tudo. E antes que ele relaxasse, mandei que lambesse a porra espalhada pelas minhas pernas.
ton soleil, ta braised'accord d'accord